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O que esperamos para daqui a 50 anos?

Matéria de Língua Portuguesa da Revista Appai Educar |
Saiba como trabalhar o pensamento crítico dos seus alunos através do raciocínio lógico do filme “De volta para o futuro
Refletir sobre o passado é uma ótima forma para analisar os processos de desenvolvimento de uma nação, seja no aspecto econômico, social, político, ambiental ou cultural. Mas imaginar sobre o futuro é oportunizar pensamentos que podem conduzir a humanidade à criação de novos patamares. Assim, a trilogia do filme “De volta para o futuro”, sucesso estrondoso nos anos 1980 e 90, concebida pelo cineasta Robert Zemeckis e produzida por Steven Spielberg, mostrou cientificamente nas telas hipóteses de como o presente estaria projetado no futuro. Ou seja, como a nossa sociedade estará daqui a 30 ou 60 anos?
Através de um automóvel transformado em uma máquina do tempo, os protagonistas do longa-metragem iniciam um experimento com uma viagem de volta aos anos 1950. Eram os anos da invenção do rock’n’roll, dos filmes de James …
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Desenrolando… letramento digital

O uso da leitura e da escrita leva a pessoa a uma outra condição, a um outro estado, transforma a vivência social e cultural, além de o modo de pensar, agir e viver. Traz uma verdadeira revolução! (Inspirado em Magda Soares, autoridade em Letramento).
Letramento O termo “letramento”, que defendo aqui, surgiu da palavra inglesa “literacy” (letrado) e significa, para além de ler e escrever, saber usar a leitura e a escrita de maneira competente. O que isso significa? Que não basta ser alfabetizado, não basta saber decodificar, é preciso ser alguém que sabe usar a leitura e a escrita em diferentes situações da comunicação, na vida, enxergando para além do limite do código, das letras. Um letrado convive com diferentes tipos de textos e os interpreta, interagindo sem dificuldade. Ele lê as linhas, as entrelinhas e para além das linhas, interpreta, compreende e age, utilizando esses recursos em favor do social (vivência). Ele faz relações com informações da vida, de fora do texto codificado.…

O Brasil caipira e o Brasil dos barões

Historicamente a produção agrícola tem sido a maior referência econômica para o Brasil, representada na figura da chamada “grande lavoura”, isso desde o ciclo dos engenhos de açúcar até a atualidade com o agronegócio. O único momento em que esse modelo não predominou foi durante o ciclo do ouro, que pode ser encarado como uma espécie de oásis de riquezas em meio a duas grandes culturas econômicas baseadas na terra, o Brasil dos canaviais e o dos cafezais. Mas para entender como se deu esse percurso econômico, que serve de pano de fundo a importantes mudanças culturais, precisamos recorrer a uma outra atividade, diferente das mencionadas até aqui e com valor mais histórico e cultural do que de geração de riqueza.
Trata-se da atividade dos bandeirantes, que de um modo geral era voltada para a captura de indígenas para servirem como escravos nos engenhos que então começavam a se espalhar pelo país. Como se trata de uma atividade ainda incipiente, que mal chegava a constituir um mercado, a…

Tsundoku: Japonês cria expressão única para síndrome consumista de comprar livros que nunca são lidos

Assim como se criou toda uma mitologia em que a palavra saudade só existe na língua portuguesa, há um outro vocábulo que também surge agora como único na linguagem mundial. Tsundoku: o nome que os japoneses dão ao fato de se comprar livros e não lê-los. Trata-se do enredo oposto ao do best-seller “A menina que roubava livros”, do australiano Markus Zusak.
Mas o que leva a esse comportamento? Compulsão?
Sentida em várias partes do mundo, mas por que só os japoneses definiram?
E vou além: a definição original só se aplica a livros físicos e suas empoeiradas pilhas, que vão se amontoando à espera de leitura, ou às estantes abarrotadas pelas obras aguardando por atenção. Tiro por mim, o Tsundoku já pode ser perfeitamente usado no mundo virtual. Tenho no tablet uma série de downloads nunca explorados ou sites e conteúdos salvos que provavelmente não serão lidos.
Há uma série de fatores que podem justificar esse fenômeno: a escassez de tempo cada vez mais sentida. Não podemos desprezar a concor…

O que significa ser um curador em educação?

O termo “curador” deriva de “curar” e significa “aquele que zela ecuida de alguma coisa e a ela dá atenção”. Etimologicamente, a palavra “curadoria” tem origem no termo latino “curator”, que quer dizer “aquele que tem cuidado e apreço”.
O termo CURADOR é relativamente recente na área de educação, sendo mais comum nas artes (exposições) e depois na comunicação e no jornalismo, porém atualmente ganha um lugar diferenciado na educação, por conta das novas tecnologias aplicadas à área.


E qual a relação do professor com a curadoria?
Bem, numa era em que o professor não é mais o transmissor da informação e que os alunos chegam direto aos dados, por meio da internet, é urgente que o docente tome o seu lugar, que é o de orientar a aprendizagem e zelar pelas rotas escolhidas para que ela ocorra de forma significativa e eficaz. Com um mar de informações e os caminhos cada vez mais diversificados, é preciso atenção. Como já dizia o poeta: “Há que se cuidar do broto para que a vida nos dê flor e f…

O magnata do Império

Irineu Evangelista de Souza nasceu em 1813, na atual cidade gaúcha de Jaguarão, mas foi para o Rio de Janeiro ainda muito jovem levado por um tio. Começou a trabalhar aos 11 anos de idade e poucos anos depois arranja emprego nas empresas de Richard Carruther, um dos muitos britânicos que abriram negócios no Brasil nos primeiros anos do século XIX. Ali aprenderia inglês, contabilidade, e veria nascer sua maior vocação: o comércio. O rapaz foi traçando um rápido percurso de crescimento profissional, que alguns anos mais tarde faria dele o homem mais rico do Brasil, autor de ousadas iniciativas em favor do desenvolvimento do país.
De forma resumida esse podia ser um verbete biográfico do Barão de Mauá, um personagem que alcançaria o status de uma das figuras mais importantes do seu tempo e cuja imagem praticamente se transformaria em algo de domínio público, beirando o mito ou a lenda. E foi dessa forma que Barão de Mauá entraria para a história brasileira com uma biografia que vários s…

Macaé espera você em agosto!

Uma cidade com uma grande zona costeira com bonitas praias e um clima quente e úmido a maior parte do ano. Além disso repleta de belezas naturais, santuários ecológicos e lagoas à beira-mar, além de grandes atrativos em sua região serrana. Essa é Macaé, que oferece um leque de opções que vale a pena conhecer. O Benefício Boa Viagem tem uma dica para você curtir esse lugar maravilhoso: em agosto, entre os dias 17 e 20, acontecerá o 8º Festival Gastronômico de Macaé. Não conhece a cidade ainda? Então essa é uma grande oportunidade!
O festival de gastronomia já se tornou tradicional na cidade e anualmente atrai gente interessada nos sabores locais, oferecidos por estabelecimentos que utilizam basicamente ingredientes da própria região para compor suas receitas e sabores. Todos os produtos necessários para elaboração dos pratos são adquiridos na própria cidade de Macaé, o que movimenta a economia local, bem como a rede hoteleira com a vinda dos turistas para os eventos.
No evento desse ano,…

4 passos para uma aula significativa na era digital

É fato que vivemos cercados de mudanças, porém nas últimas décadas ocorreram algumas muito significativas que impactaram a educação, demandando uma reflexão sobre elas. A era industrial, centrada no trabalho mecânico que privilegiava o ensino, a transmissão pura, vai aos poucos sendo substituída por um novo conceito, próprio da sociedade da informação ou do conhecimento, cujo foco está na aprendizagem.
Nessa sociedade a aprendizagem também é suportada pelas tecnologias da informação e comunicação, e o professor passa a ser um orientador da aprendizagem, o que torna seu papel ainda mais importante, pois ele precisa proporcionar a quem aprende uma aula significativa, num processo que delega ao aluno um papel ativo dentro de um contexto marcado pelo digital.
E para saber QUAIS SÃO OS PASSOS PARA UMA AULA SIGNIFICATIVA NA ERA DIGITAL, aqui vão algumas pistas: DIÁLOGO, OBJETIVO CLARO E CONTEXTUALIZAÇÃO – Ainda é por meio do bom e antigo DIÁLOGO com o aluno que os mediadores (professores o…