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Tecnofobia: Professor, você sofre desse mal?


Para descobrir se você é um tecnófobo, marque um x nas perguntas abaixo para as quais você responderia SIM:

( ) Você é do tipo que ao comprar um celular escolhe o mais simples possível, sem se preocupar se toca mp3, mp4, se tem câmera, espaço de memória interna, memória externa, GPS etc.?

( ) Quando quer uma receita, ou descobrir os horários de transporte coletivo, ou mesmo precisa fazer uma pesquisa, você busca informações por telefone, livros e revistas, mas nunca consulta buscadores da internet, como por exemplo o Google?

( ) Você não tem interesse em procurar notícias na internet, por meio de computador, smart phone, preferindo assistir as notícias pela televisão ou jornal impresso?

( ) Quando o convidam para fazer uma videoconferência por celular (áudio e vídeo), você responde que prefere que liguem para o seu telefone fixo?

Se a resposta foi sim para pelo menos duas dessas afirmações, você é um tecnófobo e precisa de ajuda.

Mas, vamos entender o que é um tecnófobo. É alguém que, por não ser um nativo digital (geração que nasceu imersa nessa cultura), acaba criando aversão a tecnologias digitais. Entre professores da geração X e Baby Boomers, esse comportamento, em certa medida, ainda persiste. Isso ocorre porque boa parte deles sente dificuldades de aprender a usar esses novos equipamentos, acabando por acomodar-se e desistir do uso das tecnologias digitais.

A tal tecnofobia tem dificultado a implementação de tecnologia educacional, trazendo um atraso para as escolas, uma vez que hoje em dia é praticamente impossível deixar de conviver com esses recursos digitais. Então, o que fazer para trabalhar essa dificuldade?

Sugestões para vencer a tecnofobia:

Aceite que você é um imigrante digital e por isso precisará de ajuda para aprender a usar as tecnologias digitais. Pesquise, se permita testar aplicativos, games, redes sociais, saindo do mundo analógico. Não tenha medo de perguntar e aprender com seus alunos, criando pontes de diálogos. Lembre-se que as gerações mais jovens estarão sempre à frente, pela própria condição de nativo digital. Por isso mesmo, esse diálogo demonstrará a sua possibilidade de aprender com os mais jovens, fato que só poderá melhorar o relacionamento entre as diferentes gerações de professores e alunos. Humildade e aprender a aprender só trazem vantagens para a educação.

Concluindo, não queira ser um professor tecnófobo, que é uma espécie de analfabeto digital nessa viagem de um caminho que é sem volta, e que as mais novas gerações vêm percorrendo, com muita naturalidade: a evolução digital.

Palavras de uma imigrante digital...

Comentários

  1. Parabéns Prof. Andreia. Realmente esta geração se profissionais está dividida entre analfabetos digitais e inclusos.
    Eu sou um pastor tecfobico. Ainda escrevo sermões com papel e caneta . Ainda converso com a boca , usando sons. ... kkk

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Reverendo, muito grata por seu comentário.A tecnofobia não chegou em você, pois se assim fosse, nem teria acessado esse texto😉😉.

      Excluir
    2. Reverendo, muito grata por seu comentário.A tecnofobia não chegou em você, pois se assim fosse, nem teria acessado esse texto😉😉.

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  2. Parabéns Prof. Andreia. Realmente esta geração se profissionais está dividida entre analfabetos digitais e inclusos.
    Eu sou um pastor tecfobico. Ainda escrevo sermões com papel e caneta . Ainda converso com a boca , usando sons. ... kkk

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  3. Parabéns Prof. Andreia. Realmente esta geração se profissionais está dividida entre analfabetos digitais e inclusos.
    Eu sou um pastor tecfobico. Ainda escrevo sermões com papel e caneta . Ainda converso com a boca , usando sons. ... kkk

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  4. Parabéns Prof. Andreia. Realmente esta geração se profissionais está dividida entre analfabetos digitais e inclusos.
    Eu sou um pastor tecfobico. Ainda escrevo sermões com papel e caneta . Ainda converso com a boca , usando sons. ... kkk

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