Páginas

terça-feira, 26 de abril de 2016

Niterói abre concurso para profissionais de educação. Leia esta dica!














A Prefeitura de Niterói está abrindo concurso para profissionais de educação para preenchimento de vagas imediatas e cadastro de reserva. São cerca de 200 oportunidades. Os salários variam de R$ 1.500 a quase R$ 3 mil.

Para Ensino Superior: 
São nove vagas para pedagogos, além de contador, administrador, arquiteto, bibliotecário, engenheiro civil, fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo e tecnólogo em sistema de informação.

Para Professor II:
8 vagas para Arte
7 para Educação Física
6 para Matemática
6 para Língua Inglesa
3 para Ciências
3 para História
3 para Geografia
3 para Língua Espanhola
2 para Língua Francesa
2 para Libras

Para Professor que possui Nível Médio (antigo Normal):
45 vagas para professor
50 para Professor de Apoio Educacional Especializado
9 para Agente de Administração Educacional
3 para Agente de Coordenação de Turno
2 para Intérprete de Libras
2 para Professor bilíngue
2 para Agente de Inclusão Digital
2 para Técnico de Informática

Para quem possui Ensino Fundamental:
12 vagas para Merendeiro
3 para Auxiliar de Portaria

Confira o edital acessando: http://goo.gl/o0GCvB

Ajude a divulgar essas oportunidades a outros professores!

As regras do concurso, editais, conteúdo exigido nas provas serão apresentadas para você conforme forem sendo divulgados pela Prefeitura e organizadores da prova. Para acompanhar acesse a Rádio Appai pelo endereço: www.radioappai.com.br




quarta-feira, 20 de abril de 2016

Hogwarts existe de verdade. E fica aqui no Brasil!


























Você já se sentiu como algum dos professores da saga Harry Potter? Com qual deles você se identifica mais: Severo, Vector, Sinistra, Minerva, Dumbledore? Quantas vezes temos que realizar verdadeiras mágicas para atrairmos a atenção dos nossos alunos ou fazermos desaparecer as dificuldades e entraves que surgem em nosso caminho?

Quem de nós não gostaria de ter uma varinha de condão para calar aquele estudante que não para de falar enquanto você explica um conteúdo complicado? Por sua vez nossos alunos, às vezes, parecem “bruxinhos” como Hermione ou Draco. Truques não faltam na hora de tentarem mudar a nota através da “cola”, contarem “histórias da carochinha” para estenderem os prazos de entrega de trabalhos, se materializarem com presenças nas chamadas em dias em que faltaram

Agora imagine você trabalhar numa verdadeira escola de magia? Ensinar feitiços, jogar quadribol, beber cerveja amanteigada! Preparado para enviar seu currículo? Não é nenhum convite para atuar como ator ou fazer figuração no próximo filme da série. Nem vai precisar se mudar para Hogwarts. Pode continuar aqui mesmo no Brasil, que abre uma espécie de filial no município paulista de Campos de Jordão.


A Escola de Magia e Bruxaria tem uma mensalidade um pouco salgada: R$1.850, principalmente se levarmos em consideração que o ano letivo da magia tem apenas uma semana de duração. A primeira turma vai ser realizada entre 24 e 27 de junho deste ano.



A grade curricular é formada por oito disciplinas: Poções e Elixires, Cuidado com Animais Mágicos, Adivinhação, Astromagia, Cultura Trouxa, Herbologia, História Mágica, Defesa Antitrevas, Feitiçaria e até de Voo. Não há necessidade de ir comprar material no Beco Diagonal. Todos recebem um kit com apostilas, uniforme, mapa do castelo e até carteirinha de estudante.

No lugar da divisão dos alunos por grupos como Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal, no mundo encantado brasileiro os alunos são selecionados por habilidades para: Casa das Águias, Casa dos Esquilos, Casa das Serpentes e Casa dos Tigres. Esses grupos acumulam pontos ao longo das atividades realizadas a cada dia e, no final, concorrem a uma taça. Ao fim do período, o aluno recebe um certificado de que é um bruxo formado. A Hogwarts brasileira fica localizada em um castelo no bairro do Alto da Boa Vista um dos mais bucólicos e afastados de Campos de Jordão.



terça-feira, 19 de abril de 2016

Do tempo em que Vagalume era escrito com hífen


























Quem nunca leu O escaravelho do Diabo”, “A Ilha Perdida”, “O Mistério do Cinco Estrelas”, “A Serra dos Dois Irmãos”, “A Turma da Rua XV”, “O Caso da Borboleta Atíria”, “Tonico”, “Xisto”, “A Chave do Corsário”, “A maldição do Tesouro do Faraó”, “Deu a Louca no Tempo...?

Se você já era professor nos anos 70 e 80 certamente indicou aos seus alunos e, se você estudou até os anos 90, com certeza teve alguns deles incluídos no conteúdo didático de português ou literatura. Em comum entre esses best-sellers é que todos fazem parte da série Vagalume, surgida em 1972 com o propósito de criar opções com autores, textos e histórias contemporâneos. A missão era fazer com que a garotada se interessasse pela literatura nacional, que na ocasião apresentava grande rejeição por conta dos textos antigos e nada coloquiais de Machado de Assis e José de Alencar que, por falta de opção, eram erroneamente indicados para estudantes das séries iniciais.

No começo foram oferecidos apenas quatro títulos: “Cabra das rocas”, de Homero Homem; “Coração de onça”, de Ofélia e Narbal Fontes; “A ilha perdida” e "Éramos Seis", ambos de Maria José Dupré, que se transformou numa das autoras mais lidas no país. “A Ilha...” já está na 41ª edição, sendo o líder absoluto de vendas da Editora Ática com mais de 3,5 milhões de cópias vendidas nos últimos 44 anos.

A aceitação foi tanta que a estante Vagalume foi lançando outros títulos chegando a mais de 90, de 41 autores, sendo 53 obras ainda em catálogo, o que já rendeu até hoje mais de 8 milhões de exemplares. De uns anos para cá, esses títulos começaram a ser redescobertos. A procura por eles aumentou nos sebos e sites de venda de livros usados, a ponto de a Ática relançar a série.


Escaravelho sai das páginas para a telona

Outro fator que promete jogar ainda mais os holofotes novamente para essas obras é o lançamento do filme “O Escaravelho do Diabo”, dirigido por Carlo Milani. O livro de Lúcia Machado de Almeida veio na primeira fornada e encontra-se na 28ª edição, o que certamente deve aumentar se seguir a tradição brasileira de aumentarem consideravelmente as vendas de uma obra depois que ela é adaptada para outra mídia. Trata-se do primeiro filme baseado nesta coleção infanto-juvenil, que chega aos cinemas após 44 anos de lançamento. Na tela, o serial killer será protagonizado por Marcos Caruso, Jonas Bloch, entre outros.




Na verdade trata-se de uma compilação e adaptação para os anos 70 dos contos seriados publicados semanalmente na Revista O Cruzeiro em 1953. No enredo, a pequena cidade de Vale das Flores é marcada por um crime surpreendente: um jovem é encontrado morto e antes do crime havia recebido uma estranha caixa com um escaravelho dentro. Logo outras vítimas são mortas, após receberem uma caixa semelhante e com outro detalhe em particular: todas são ruivas.


Outros Vagalumes que vão virar Filmes

A produtora RT Features adquiriu também os direitos de três outras obras da coleção. Todas as demais têm em comum o mesmo autor, Marcos Rey: “O mistério do cinco estrelas” (1981), “O rapto do garoto de ouro” (1982) e "Um cadáver ouve rádio" (1983). No entanto, ainda não foi divulgado o cronograma de filmagem nem o lançamento dessas películas.

Um dos títulos mais vendidos da coleção, "O mistério do cinco estrelas", é uma trama se passa em um hotel luxuoso em São Paulo e já está na média de venda de 3 milhões de exemplares. Já as investigações lideradas pelo personagem em “O rapto do garoto de ouro” e "Um cadáver ouve rádio" também tiveram os direitos comprados pelo produtor Rodrigo Teixeira, que traz no currículo o brasileiro “Alemão” e as coproduções estrangeiras “A Bruxa” (em cartaz) e “Indignação” (adaptação do livro de Philip Roth a ser lançado ainda este ano).

“O mistério do cinco estrelas” marcou a estreia como autor infantojuvenil de Marcos Rey (1925-1999), sob pseudônimo de Edmundo Donato, pois não queria, com a experiência que já tinha, comprometer a já consagrada carreira no gênero adulto, condição obtida com obras como “O enterro da cafetina” (1967) e “Memórias de um gigolô” (1968), e na dramaturgia, incluindo novelas e a versão dos anos 80 do “Sítio do Pica Pau Amarelo” baseado no original de Monteiro Lobato. Porém, o sucesso foi tanto que publicou mais 14 títulos pela Vagalume, quase sempre inspirado em thrillers e policiais americanos, gêneros que faziam sucesso nos seriados importados pelas TVs brasileiras.


Transformados em Novela

A autora campeã da série, Maria José Dupré, também projetou outro grande sucesso da Vagalume para outra mídia. “Éramos Seis” foi adaptado duas vezes para a televisão: a primeira em 1977 pela TV Tupi, por Sílvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, e em 1994 pelo SBT, reescrita pelo próprio Ewald.

Outro que foi parar na telinha foi “O feijão e o sonho”, de Orígenes Lessa, adaptado por Benedito Ruy Barbosa para a Rede Globo em 1976 e exibida no horário das 18 horas, que era dedicado exclusivamente para adaptações de obras literárias.


Fórmula do Sucesso

A fórmula do sucesso era formada por um tripé: aventura, texto contemporâneo e baixo custo. A editora Ática tinha um compromisso interno de produção: eles não podiam ser vendidos nas livrarias a um preço superior ao da Revista Veja, fato que os divulgadores usavam para convencer os professores a adotarem como material didático. Outro ponto importante para a aceitação em sala de aula eram os encartes chamados Suplementos de Trabalho, que traziam atividades didáticas ligadas ao livro.

Além disso, o que ajudou a alavancar a coleção foi a Reforma Educacional de 1971. Foram extintos os antigos primário e ginásio, sendo criado o primeiro grau com 8 anos, necessitando assim de uma total reformulação de conteúdo e grade curricular, onde a modernidade das obras da Vagalume caíram como uma luva.


Ranking

Entre os mais vendidos nesses mais de 40 anos de criação do selo estão:

1º "A ilha perdida", de Maria José Dupré
2º "O escaravelho do diabo", de Lúcia Machado de Almeida
3º "Açúcar amargo", de Luiz Puntel
4º "Meninos sem pátria", de Luiz Puntel
5º "O grito do hip hop", de Luiz Puntel e Fátima Chaguri
6º "A turma da rua quinze", de Marçal Aquino
7º "O caso da borboleta Atíria", de Lúcia Machado de Almeida
8º "Deu a louca no tempo", de Marcelo Duarte
9º "Os barcos de papel", de José Maviel Monteiro
10º "Menino de asas", de Homero Homem


Repaginação

Desde o último lançamento,“O mestre dos games”, de Afonso Machado, há sete anos, a série mantém-se sem novos lançamentos e pretende continuar assim, por enquanto. Mas isso não significa que estão esquecidos empoeirados numa estante. No ano passado foram relançados 10 títulos do catálogo, com novo projeto gráfico e a inovação tecnológica na capa, que brilha no escuro. Além dos já citados Escaravelho, “O feijão e o sonho” e “A ilha perdida”, “Tonico”, “A turma da rua XV” também voltam às prateleiras remodelados:

SPHARIAON – de Lúcia Machado de Almeida
A ALDEIA SAGRADA – de Francisco Martins
AÇÚCAR AMARGO – de Luiz Punte
OS BARCOS DE PAPEL – de José Maviel Monteiros
DEU A LOUCA NO TEMPO – de Marcelo Duarte
A TURMA DA RUA QUINZE – de Marçal Aquino

Mas não para por aí. O próximo passo da Editora Ática é relançar a coleção em formato digital.


Criação de Novos Leitores

A série infantojuvenil rendeu frutos: a Vagalume Júnior, criada na década de 1990, já possui 20 volumes: O menino que adivinhava, Marcos Rey (2000), Alice no país da mentira”, de Pedro Bandeira (2005), Papai Noel de Aluguel, de Regina Chamlian e Helena Alexandrino (2004), Pacto de Sangue, de Fanny Abramovich (2000).



sexta-feira, 15 de abril de 2016

Quem diria? O seu perfume pode ser um ótimo repelente de mosquitos


Você sabia que o perfume pode ser quase tão eficaz no combate ao mosquito Aedes aegypti quanto o repelente tradicional? Sim, isso mesmo! Duas estudantes de Mato Grosso do Sul, as irmãs gêmeas Danielle e Isabelle Matos, criaram um óleo à base de folha de pitangueira que pode ser usado com esse objetivo.

A inspiração surgiu de um perfume que a mãe das meninas usa com fragrância de pitanga. As alunas do terceiro ano do Ensino Médio utilizaram o laboratório da Universidade Federal (UFMS) para realizar os experimentos. Esse óleo surge por um processo de destilação que se emprega solvente orgânico, água e folha triturada de pitanga. 

Na primeira fase, as irmãs descobriram que no recipiente com óleo as fêmeas do mosquito depositaram uma quantidade muito menor de ovos. O resultado foi a eficácia de 85% do repelente natural. Na segunda fase, as estudantes descobriram que a mistura pode matar as larvas do Aedes aegypti com uma eficiência que varia de 50% a 60%.

As estudantes ganharam o prêmio da Feira Internacional de Ciência e Tecnologia, realizada no Rio Grande do Sul. E, em maio de 2016, elas vão embarcar para mais um evento internacional, desta vez nos Estados Unidos. É o maior encontro de jovens cientistas do mundo. 


Pesquisa americana comprova e vai além

Cientistas queriam descobrir qual o repelente de mosquitos mais eficiente que existe. E então eles testaram 10 substâncias diferentes, incluindo alguns esperados – como DEET – e outros aleatórios, como o perfume Bombshell, da Victoria’s Secret. E no fim das contas ele é quase tão bom repelente quanto o DEET.

O trabalho foi feito na Universidade do Estado do Novo México, nos EUA, onde a pesquisadora Stacy Rodriguez incluiu o perfume no estudo, em parte para acabar com o mito sobre produtos florais. “Há uma literatura prévia dizendo que aromas florais e frutados atraem mosquitos, e que você não deveria usá-los. Foi interessante perceber que os mosquitos não se aproximaram da pessoa usando perfume da Victoria’s Secret – na verdade eles se afastavam. Ele foi quase tão eficiente quanto os repelentes com DEET (atraindo apenas 17% dos mosquitos) e se manteve efetivo por 120 minutos”, explica a pesquisadora. 

Além do perfume da Victoria’s Secret, foram testadas também alguns da marca Avon. Entre eles o Avon Skin So Soft Bug Guard e o Avon Skin So Soft Bath Oil.


Fontes: G1 / Gizmodo Brasil

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Agora é fácil saber que horas o ônibus passa

Com obras em todo o Rio de Janeiro, está cada dia mais complicado andar de ônibus na cidade. Será que estou do lado certo? Será que acabou de passar? Será que ainda demora? Para você que vive com horário apertado entre uma aula ou outra, ou acorda cedinho aos fins de semana para participar dos eventos do Benefício Caminhadas & Corridas e não aguenta mais contar com a sorte, nós temos uma dica que vai resolver esses problemas.

Agora, o recurso do Google Maps que mostra os horários dos ônibus em tempo real finalmente está disponível para o Rio de Janeiro. O rastreador do transporte público já funcionava em outras cidades do Brasil, como São Paulo, por exemplo.

De acordo com Marcus Leal, chefe do Google Maps na América Latina, o novo sistema traz informações precisas não só para os moradores da capital fluminense, mas também para as cidades da Região Metropolitana, já que disponibiliza consultas sobre as linhas e tabelas de horários dos ônibus de Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Mesquita e Tanguá, somando, ao todo, mais de 1.300 linhas.

Para usar, basta baixar o aplicativo do Google Maps no seu celular, tocar no ícone que representa um ponto de ônibus e consultar as linhas que passam no local em que você está. Repare na imagem abaixo que a lista mostra o número do ônibus e quantos minutos faltam para o veículo passar pelo ponto.



























Para obter o App acesse:

• Versão Android (Download

• Versão iOS (Download)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Colégios criam aulões e acabam com as disciplinas






















Escolas acabam com o ensino dividido por matérias. Como agora não vai mais ter matemática, português, química? Na verdade, estamos falando de uma evolução da interdisciplinaridade que já discutimos aqui no Brasil há muito tempo, ou seja, a relação entre as disciplinas. Por esse conceito, um tema não fica delimitado ao ensino das matérias, mas interage com visões complementares ou mesmo divergentes sob o ponto de vista de outras ciências.

Só que agora a experiência fica ainda mais radical. Falamos da transdisciplinaridade, ou seja, o fim da divisão tradicional do conteúdo. Não é à toa que o pioneirismo vem da Finlândia, considerada a melhor educação do mundo.

O tema gerou tanta polêmica, que rapidamente as autoridades educacionais daquele país emitiram uma nota contestando o tradicional jornal “The Independente”, corrigindo alguns pontos, entre eles o de que essa reforma educacional abrangeria de imediato todos os colégios e ocorreria em todas as séries.

Porém, essa queda do muro divisório dos conteúdos já é uma realidade em escolas da capital Helsinki, experiência que, agora, vai sendo expandida de forma mais gradativa. Aos poucos as Matérias vão sendo substituídas por Fenômenos que envolvem conceitos múltiplos na mesma aula.

Trazendo o exemplo aqui para o Brasil, é como se a Educação Física não ficasse restrita às práticas esportivas. Durante as aulas seriam passados conceitos de Meio Ambiente (sobre os lugares de prática), Biologia (o bem-estar causado), Anatomia (as mudanças musculares no atleta), Física (com fórmulas de cálculo de tempo de deslocamento), Matemática (a conta dos passos baseadas em medidas da quadra), História (sobre o início dessa prática), Geografia (a respeito dos fenômenos geográficos da área em que se encontra o campo ou a quadra), e por aí vai…

Viram, não é tão complicado assim. Aqui no Brasil já existem experiências isoladas nesse sentido por escolas que buscam um modelo alternativo. No entanto, esbarram na legislação e, na hora do lançamento de notas, têm que recorrer à tradicional divisão por matérias.

Na verdade o bicho de sete cabeças é a mudança de paradigma. Quem daria essa aula? O professor de educação física, de ciências, de física, de história, de geografia, de matemática, de ecologia ou outro?

E se for um só? Quem se sentiria confortável em abordar todos esses assuntos tão diversos? Entram como complicador ainda as questões trabalhistas com mudanças de leis, legislação e negociações sindicais. Certamente esbarrariam em especulações sobre o aumento da carga de trabalho, falta de qualificação e se as medidas não estariam sendo tomadas com a intenção de demitir professores.

Essas dúvidas que vêm imediatamente à nossa cabeça também foram questionadas pelos colegas finlandeses. Afinal, nós professores, independente da nacionalidade, passamos as nossas vidas nos especializando para ensinarmos matérias específicas e agora nos dizem o contrário?

Lá foi resolvido com treinamentos para essa nova abordagem acompanhados de incentivos financeiros a quem aderisse. Conclusão: cerca de 70% dos professores da capital já ensinam sob essa nova ótica. Mas nem temos como comparar o peso da educação nas políticas públicas da Finlândia com o dado que temos no Brasil.

A verdade é que, embora aquele seja um país progressista no campo do ensino, diga-se de passagem com invejáveis resultados, o que move mesmo a mudança no conceito estabelecido é a concorrência que a escola tradicional sofre da internet e das mídias sociais, espaços altamente transdisciplinares, que não respeitam nenhum tipo de fronteira ou limitação de tempo ou espaço.

Fatores estes que forçam os colégios a terem que encontrar novas formas que alterem os rumos dos já enraizados modelos, sob pena, se não se moverem neste sentido, de aumentar ainda mais o abismo entre o aprendizado oficial e o informal. Por sinal, essa é uma das razões apontadas por estudiosos para aspectos como o agravamento das evasões, a queda no desempenho e a falta de interesse que os alunos atuais demonstram.


terça-feira, 12 de abril de 2016

Inscrições abertas: Corrida Revezamento das Trilhas e Praias Caixa



























Esta corrida é para você, atleta que gosta de desafios. Longe do asfalto, você terá a oportunidade de correr nas areias das praias mais bonitas da Zona Oeste do Rio de Janeiro, vislumbrando paisagens de tirar o fôlego.

Serão 21km que você poderá percorrer sozinho ou revezar em dupla ou quarteto, montando uma equipe.

A prova, que será realizada no sábado dia 30 de abril, terá largada às 7 horas nas areias da Praia de Grumari e chegada na Praia da Barra da Tijuca.
O percurso será dividido em quatro trechos de acordo com as categorias abaixo:

Individual:
~ Masculino e Feminino
21,097km

Dupla:
~ Masculina, Feminina e Mista
Trechos:
∟ 1º: 11km (Realizará os trechos 1 e 2)
∟ 2º: 10,097km (Realizará os trechos 3 e 4)

Quarteto:
~ Masculino, Feminino e Misto
Trechos:
∟ 1º: 6km
∟ 2º: 5km
∟ 3º: 5km
∟ 4º: 5,097km

A prova terá uma duração máxima de 3 horas (180 minutos). O atleta que não estiver dentro do tempo estipulado para passagem das transições será desclassificado, portanto ao se inscrever tenha certeza de que conseguirá completar os trechos dentro do tempo previsto. Confira, abaixo, os tempos para cada trecho e suas características.

1º Trecho: 6 km de areia, trilha em pedra e asfalto, na Praia da Macumba. Este percurso deve ser cumprido em até 52 minutos.

2º trecho: 5km em areia e trilha em pedra até o final da Praia do Recreio. Nessa etapa, o atleta deve chegar em 43 minutos, totalizando 1h35 de prova.

3º trecho: 5km nas areias da Praia da Reserva. Nessa fase, o participante tem que cumprir o percurso em até 43 minutos, totalizando 2h18 de corrida.

4º trecho: 5km nas areias da Praia da Barra. Nessa última parte, o atleta tem os 43 minutos finais da prova para alcançar a chegada, totalizando em até 3 horas de corrida.


Confira a programação completa:
06h00 | Início de funcionamento das áreas do evento
06h45 | Aquecimento / alongamento para a largada
07h00 | Largada
10h30 | Início da Premiação

Nesta prova não haverá tenda da Appai.

Os associados inscritos para esta corrida poderão utilizar todos os serviços (hidratação e alimentação) oferecidos pela organização do evento.

- - -

Atenção: apenas o líder da equipe realizará a inscrição
O associado que deseja realizar as modalidades “Dupla” ou “Quarteto” deve estar ciente dos nomes que formarão sua equipe. Neste caso, somente um componente do grupo deverá fazer a inscrição. Ao receber a inscrição, a Appai entrará em contato para anotar as matrículas dos integrantes. 

É importante frisar que todos os membros da equipe devem ser associados Appai. 

A substituição de atleta em equipes só será aceita caso haja autorização expressa do próprio atleta que será substituído e/ou autorização do líder da equipe. A substituição só será aceita até a data da entrega dos kits.

- - -


Para se inscrever acesse o Portal do Associado.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Professor, participe do Concurso de vídeo promovido pelo MEC























Estamos na Semana Nacional de Mobilização da Comunidade Escolar de Combate ao Aedes aegypti. Sabia? E você, professor, como está a sua participação, de sua escola e de seus alunos?

Justiça seja feita, nós professores já estamos mobilizados desde o ano passado de forma mais efetiva nessa luta. Muito antes do governo despertar para o efeito multiplicador da nossa categoria e conclamar o “exército do MEC” já estávamos em ação. Verdade seja dita, essas datas temáticas servem muito mais para conseguirmos um espaço na mídia, chamando a atenção para o problema que se agrava a cada dia.

Porém, como professores sabemos, na prática, que qualquer matéria, por melhor que tenha sido ensinada e assimilada pelos alunos, cai no esquecimento se não fizermos revisões periódicas de seu conteúdo. Na mídia não é diferente.

Ao mesmo tempo também sabemos do fascínio e da facilidade de nossos alunos em lidar com mídias sociais e com tecnologia. Então, que tal aproveitarmos e incentivarmos essa vocação em prol do combate ao mosquito?

Um bom incentivo pode ser o Concurso de Vídeo que o MEC acaba de abrir. É muito simples. Basta reunir um grupo de alunos coordenados por um professor e registrar 90 segundos. Não tem problema se os recursos tecnológicos de sua escola não forem sofisticados. Um celular ou uma câmera caseira são suficientes. Esses equipamentos estão nas mãos de todos nós hoje em dia. A liberdade de linguagem e conteúdo é livre, desde que emoldurada pela temática do combate ao Aedes.

Como se inscrever? Simples. Basta postar no YouTube o material que foi produzido e depois preencher uma ficha no site www.mec.gov.br. O Ministério da Educação criou duas etapas de premiação: uma regional, como os melhores sendo promovidos para a modalidade nacional.

Independentemente do resultado, tenho certeza que o maior prêmio todos os participantes vão receber: a satisfação de saber que contribuíram para o combate.


Ah, e não esqueça que desde o ano passado a Rádio Appai também mantém uma campanha de reforço das formas de combate entre nossos alunos. A hora é de unirmos esforços!